sexta-feira, 2 de julho de 2010
Não guardem suas bandeiras |̲̅<̲̅Θ̲̅>̲̅|
quinta-feira, 17 de junho de 2010
O que ando fazendo?
domingo, 30 de maio de 2010
fragmento #1
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Busco respostas e só encontro o silêncio
Resta-me agora a quietude do esperar. O silêncio de quem conhece a distância. De sonhos. Verdades. Fé. Descrença. A possibilidade de um salto. O som surdo do receio. Um baque. Razões impotentes. Sentimentos delinqüentes. Saber e ignorar. Culpa, corroendo paz, dilacerando sonhos. Errar. Mas quem há de julgar? O espelho reflete. Quem? Eu. Não o que sou, mas o devia ser. Acertar. Uma lástima ao acordar. Sentir por um instante. Chorar. Era isso e foi aquilo. Supor. Reescrever. Envelhecer. Confiar. Desapontar. Machucar. Desconfiar. Solidão. Perdoar. Entender. Questionar. Busco respostas e só encontro...
P.S.: Olá pessoal! Eu sei, estou sumida! É a faculdade, trabalhar o dia inteiro, ir para aula à noite e ainda arrumar tempo para estudar não está deixando muito tempo livre, mas prometo que vou tentar aparecer com mais frequência! Até!
♪ Ouvindo: From Where You Are - Lifehouse ♪
sábado, 23 de janeiro de 2010
Passei na UFMG!
♪ Ouvindo: Baby Doll - The Gabe Dixon Band ♪
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Mensagem automática de ausência temporária
-tc-
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Saudade do Nada - mais uma das antigas
Saudade do nada
Na noite escura que a lua banha
nasce em meu coração
Saudades
não sei dizer do quê
pode ser de um momento já passado
de alegrias já esquecidas
da tristeza de uma lágrima
nas aventuras nunca vividas
Negro é o céu que vejo acima de mim
negro é o vazio que se espalha
com minha saudade sem fim
Talvez eu encontre no futuro
as saudades que me atormentam agora
falta algo que nunca vivi
e quem pode dizer o que será?
Lento, corre o passado
diante de meus olhos aflitos
ansiosos por respostas
de perguntas nunca ditas
Saudade incontrolável
que me alegra e me mata
a certeza de que existe algo
que não faço idéia do que seja
Apagam
diante de mim estrelas
luzes que guiam na estrada
saudades
do que não se pode lembrar
do que não se pode ter
Noite
como em algum pesadelo
de terríveis sombras do esquecimento
luz
em um vento frio
que dissipa as nuvens na lua
Saudade insondável
conhecida por meu coração
apagada em minha mente
Como se fosse uma chuva de verão
rápida vem a lembrança, chega a alegria
tormento, tudo se apaga e reaparece
saudade
Rostos, pessoas, lembranças
De coisas que foram e que ainda serão
De palavras quentes, recém inventadas
Do frio cortante, cura de anseios
Daquilo que conheço
do que ainda vou aprender
queima em meu coração
a saudade, busco cura em vão
Saudade
guia agora meu ser
por caminhos totalmente desconhecidos
vida errante de um ser esquecido
Nas profundezas do que se pode lembrar
só a lembrança de uma saudade sobrevive
apenas a saudade que permanece...
